Em meados
do século XVIII, alguns criadores de gado e agricultores
deram início a um povoado, e este no início do século
XIX, foi denominado de Jardim, que tomou forma a partir
da existência de uma fazenda de propriedade de João
Paes, que serviu como núcleo
integrador de moradores, situada à margem esquerda do rio
Ceará-Mirim.
No ano de 1836, a povoação de Jardim estava em crescimento
e passou à categoria de
distrito do município de Angicos. Suas atividades pecuárias
continuavam em ascensão, até
que sua trajetória chocou-se com uma grande enchente. Em
6 de abril de 1894, as águas do
rio Ceará-Mirim, um dos maiores responsáveis pelo
nascimento da povoação,
transbordavaml, desmoronando, praticamente, toda vila, danificando
a Igreja, destruindo
cemitério e tudo que fora edificado durante décadas
pela população.
Numa localização mais elevada, a vila de Jardim
foi reconstruída, mas não conseguiu
escapar da decadência nem de ser apenas um monte de ruínas
chegando a cair para a
condição de povoado atrasado e esquecido, em 1914.
Passados dezesseis anos, em 1930, Jardim de Angicos voltou a crescer.
Expontaneamente,
as casas iam sendo restauradas, surgiram residências e várias
fazendas de gado, plantios
refeitos e aumentados. Foi com a construção de um
açude que o povoado começou a viver,
novamente, em clima de progresso. Retornou à mesma condição
de distrito e vila,
pertencente ao município de Lajes.
Depois de 24 anos, através da Lei nº 2.755, de 8 de
maio de 1962, Jardim de Angicos
desmembrou-se de Lajes e tornou-se um novo município do
Rio Grande do Norte.
[Estatíticas]
[Localização]
[Contas Públicas]